quarta-feira, 13 de março de 2019

reflexões sobre o texto "Os ultra-ricos preparam um mundo pós-humano" de Douglas Rushkoff

Em uma realidade destruída pelo progresso e dominada pela tecnologia, um fim é tão bem aceito por alguns grupos que leva milionários a pensarem e investirem em meios para se protegerem de uma iminente tragédia em escala mundial. Além de observarmos o medo do incerto inerente aos seres humanos, o papel da tecnologia em modificar as vivências do mundo como um todo é um tópico esquecido pela naturalização dos caminhos da tecnologia.
Ao analisar a esfera do trabalho, podemos apontar a internet como uma potência de exploração, pois com alguns dos seus serviços (lojas de vendas, produção de computadores e celulares) usam mão de obra escrava e outros meios de desumanidades, além do impacto ambiental. Esses grupo de super ricos são levados a buscar tais alternativas por um instinto humano de temer a morte. Porém os motivos pra haver esse temor são causados pelos próprios e por suas empresas, que buscam na indústria tecnológica e no trabalho exploratório uma forma de aumentar sua capacidade de fazer dinheiro rápido e fácil. E além disso, vão usar da própria tecnologia (o meio do aumento da devastação e desumanização) para tentar resolver os futuros problemas. Na discussão do grupo, um ponto essencial foi como esse processo trata o resto da população e o planeta como descartáveis, onde são apenas mercadorias e objetos para se chegar a um objetivo. O grupo pode discutir também o papel egoísta de tais investidores, uma vez que possuem recursos para modificarem a situação atual do planeta mas preferem menos ajudar a humanidade do que ter saídas apocalípticas.

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